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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

MÁSCARAS DE ANIMAIS PARA PINTAR

Com estas máscaras de animais as crianças irão se divertir muito, podem escolher o animalzinho que mais gostam, pintar e fazer suas próprias máscaras. Podem também representar os sons de cada um.

























Compartilhado do blog menibracjundiai.blogspot.com

Bom Trabalho!!!
Na paz de Cristo,
Elenice Vieira



MÁSCARAS DE ANIMAIS COLORIDAS 2


Aqui deixo mais idéias de máscaras de animais do site: www.craftjr.com











Bom Trabalho!!!
Na paz de Cristo,
Elenice Vieira

MÁSCARAS DE ANIMAIS COLORIDAS

Estas máscaras de animais podem ser usadas quando contar a história da Arca de Noé para seus alunos. Eles irão amar representar a história. Voce pode imprimir diretamente do site: www.firstpalette.com onde também encontrará outras idéias de artesanato.















Bom Trabalho!!!
Na paz de Cristo,
Elenice Vieira

domingo, 14 de dezembro de 2014

NASCIMENTO DE JESUS E CANTATA DE NATAL


O material abaixo encontrei no site: Bible Fun For Kids e achei muito interessante, pois segundo a autora do site, Debbie Jackson,  as crianças costumam segurar as figuras coladas em palitos como os da figura abaixo, e cantam uma canção que fala sobre os acontecimentos por ocasião do nascimento de Jesus como forma de celebrar o dia de natal.

Acredito que são figuras que podem ser usadas para contar para os pequenos de forma simples, sobre o nascimento de Jesus, e depois incentivá-los a narrar a história para que aprendam de forma mais eficaz, sobre quem é Jesus.








Abaixo um louvor para as crianças cantarem no culto em comemoração ao Natal, lembrando a todos que nesta data, o mais importante é lembrar que Deus cumpriu com sua promessa feita no Jardim do Éden, e enviou um Salvador, o Senhor Jesus, para nos salvar do pecado. 

Sabemos que Jesus não nasceu em um dia 25 de Dezembro, na verdade, não se sabe a data com exatidão, mas sabemos que Ele nasceu, e nasce todos os dias nos corações daqueles que O recebem como único e suficiente Salvador.



Letra:
Um Rei Diferente

Dentre as palhas nasceu
O Rei menino Jesus
Veio pra ser nossa paz
Veio pra ser nossa luz

Dentre as palhas nasceu
O Rei menino Jesus
Veio nos dar seu perdão
Veio trazer salvação

Pequena vila tão pobre em Belém
Quem poderia pensar que um lugar
Tão humilde pudesse o Rei embalar?

Dentre as palhas nasceu
O Rei menino Jesus
Veio trazer nossa paz
Veio pra ser nossa luz

Dentre as palhas nasceu
O Rei menino Jesus
Veio nos dar seu perdão
Veio trazer salvação

A manjedoura por berço tomou
Teve por trono a cruz
Uma coroa de espinhos usou
Rei diferente é Jesus

Dentre as palhas nasceu
O Rei menino Jesus
Veio trazer nossa paz
Veio pra ser nossa luz

Dentre as palhas nasceu
O Rei menino Jesus
Veio nos dar seu perdão
Veio trazer salvação

Bom Trabalho!!!
Na paz de Cristo,
Elenice Vieira

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O SONHO DAS TRÊS ÁRVORES - PEÇA TEATRAL

O texto abaixo pode ser usado para uma representação teatral por seus alunos, ou você poderá utilizar os slides que estão neste blog no link: O SONHO DAS TRÊS ÁRVORES e contar a história das três árvores para seus alunos.



Autor: Desconhecido. 

Tema: Natal. 

Personagens: 1ª árvore, 2ª árvore, 3ª árvore, Deus, Árvores (floresta), Árvore mãe, Dois lenhadores, Simão Pedro, Nenê, Narrador, Pastores, Reis Magos. 

Tempo aproximado: 20 a 30 minutos 

Sinopse: Adaptação do texto “As três árvores”, cada uma tem um sonho de se tornar algo muito importante, um berço de um rei, um navio e ficar apontando para Deus; elas, porém fazem parte da história de Jesus, uma como a manjedoura, outra o barco onde Jesus pregava e outra a cruz onde Jesus foi crucificado.
   
Narrador: Hoje vamos usar a nossa imaginação. Vocês gostam de imaginar coisas, não gostam? Pois bem, vamos falar como se as três árvores de nossa história (três árvores em cena abaixadas) pudessem pensar, conversar, sentir, como as pessoas fazem. Vocês sabem que uma árvore não pode raciocinar, mas vamos imaginar,... Vamos imaginar uma linda floresta (entram as outras árvores) longe daqui, na terra da Palestina, a terra onde Jesus nasceu. Na floresta havia árvores grandes e pequenas, velhas e novas. Todas elas gostavam de sua vida na floresta. Era muito agradável sentir a brisa suave acariciando seus ramos. Elas se deliciavam, também com o calor do sol, e tinham prazer de ouvir o canto dos passarinhos que faziam ninhos entre suas folhas.        Às vezes, as árvores mais conversavam a respeito do futuro. Elas não sabiam quanto tempo ficariam na floresta, pois costumavam chegar lenhadores com machados e serras para derrubá-las, falando em usá-las para a fabricação de móveis, casas ou outras coisas feitas de madeira. Bem no meio da floresta, cresciam três arvorezinhas, junto à sua árvore Mãe: 

1ª árvore: - quando eu for grande, gostaria de ser o berço de um nenê. Lembram-se daquela senhora que passou por aqui com um nenezinho nos braços? Em minha opinião, uma criancinha é a coisa mais linda deste mundo. Se eu pudesse escolher, queria ser o bercinho de um príncipe, num palácio real!  

2ª árvore:- Para você isso pode ser muito bom, mas quanto a mim, quero um destino mais importante. Eu gostaria de ser um navio grande e forte, para carregar coisas de grande valor, assim como ouro, prata ou pedras preciosas. A terceira árvore fica quieta por uns instantes, pensativa até que lhe perguntam: 

1ª árvore:- E você? Você não sonha com o futuro? O que quer ser?

3ª árvore: - Não sonho em nada com qualquer outra vida, senão a de árvore. Para mim, prefiro ficar aqui na floresta. Assim, sempre ficarei apontando para cima, para Deus. O que poderia ser melhor?  
Árvore mãe: você tem razão, não há nada melhor que ficar apontando para Deus.  

Narrador: passaram-se os anos, e as arvorezinhas cresceram, e se tornaram altas e bonitas (as árvores se erguem). Finalmente um dia chegaram dois homens com machados e serras, cortaram a primeira árvore. (Chegam dois homens e enquanto carregam a 1ª árvore a mesma diz:)  

1ª árvore: - Será que o meu sonho vai se realizar? Já esperei tanto tempo! Quem sabe, logo serei o bercinho de um príncipe!   

Narrador: A árvore foi levada para longe, para uma cidadezinha chamada Belém. Mas ela não foi aplanada e trabalhada, como esperava. Foi cortada em pedaços e usada na construção de uma manjedoura. Numa estrebaria rude e simples. Coitada da árvore! Ela estava de coração partido.  (aparece a manjedoura, e a voz da 1ª árvore fala:)   

1ª árvore: Não gosto desse lugar feio e escuro. E aqui ninguém me vê, a não ser os animais.
  
Narrador: Mas Deus que amava as arvorezinhas sussurrou:  
- Espere vou lhe mostrar uma coisa...  

Narrador: E, numa noite estrelada, aconteceu uma coisa maravilhosa. Nasceu o bebê Jesus. E no silêncio da noite o próprio Filho de Deus, o rei dos reis foi deitado nessa manjedoura. E a árvore, que agora era manjedoura vibrava de alegria:  

Manjedoura: (voz da primeira árvore) – que maravilha faço parte de um milagre! Quando pensei em ser um berço, nunca sonhei em carregar um bebê como Ele. O plano de Deus foi muito melhor que o meu plano!  

Narrador: Cristo nasceu para todos!  A notícia do nascimento de Jesus tinha que ser divulgada. Próximo da cidade de Belém havia pastores nos campos, tomando conta das ovelhas.  Deus enviou um anjo aos pastores com o seguinte recado:  Hoje, na cidade de Davi, nasceu o Salvador de vocês, o Messias, o Senhor!  Esta será a prova: vocês vão encontrar a criança enrolada em panos e deitada numa manjedoura.  Outros anjos aparecem e todos os anjos cantam juntos: “Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens a quem ele quer bem”.  Cristo nasceu para os pastores! Eles foram depressa a Belém para ver e adorar o Salvador.  
(Entram os pastores enquanto se canta). Escolher um louvor. 

Narrador: Cristo nasceu para todos!  A notícia do nascimento de Jesus chegou a homens sábios, que moram no Oriente.  Eles viram uma estrela que os guiou até Belém.  A estrela parou sobre o lugar onde estava Jesus:  

(Magos entram pela porta da frente com os respectivos presentes).
  
1º Mago: Vejam! A estrela que vimos no Oriente parou sobre aquele lugar.  Certamente, lá estará o recém-nascido Rei dos judeus. Vamos até lá.
  
Outros Magos: Vamos!  

(Eles caminham calmamente até onde está Jesus e se ajoelham diante dele. À medida que vão entregando os presentes e dizem:)
  
1º Mago: Em ti reconheço meu Rei e Senhor. Que este ouro te sirva de vero penhor, da minha completa e leal submissão  a ti que vieste ao mundo trazer a Salvação. 

2º Mago: És filho de Deus, és meu Salvador. De longe te trago o incenso, em sinal de que meu coração, oferece constante oração. 

3º Mago: Vieste, ó Messias a fim de sofrer. As mortais agonias e por nós morrer. A mirra que trago é em gratidão, por toda a obra da salvação.
  
HINO (Durante o hino se retira a manjedoura e saem pastores e magos).  Escolher um louvor adequado.

Narrador: passaram-se mais alguns anos. Então, um dia os homens voltaram para a floresta. A Segunda árvore foi cortada:
  
2ª árvore: Serei transformada em um navio! Já esperei tanto tempo, mas agora talvez aconteçam as grandes coisas com que sonhei.  

Narrador: ela foi levada para perto do mar, mas não foi usada na construção de um navio, em vez disso tornou-se um simples barquinho de pesca (entra o barco) que chegou a pertencer a um rude pescador chamado Simão Pedro. Um dia, descansando junto à praia do Mar da Galiléia, o barco refletia em sua sorte enquanto Pedro lavava suas redes:
  
2ª árvore: pensar que minha vida deu nisso. Um simples barco de pesca, de mau cheiro! E meu dono, Pedro, nem parece ser um bom pescador. Veja como trabalhou a noite toda sem ganhar nada!  

Narrador: Mas Deus que ama as arvorezinhas disse:  
- Espere. Vou lhe mostrar uma coisa...  

Narrador: E aconteceu. Uma grande multidão foi se reunindo, ali na praia (não entra ninguém, mas o narrador fala andando ao redor do barco, fazendo com que todos imaginem a cena). Dela saiu uma pessoa chamada Jesus, que entrou no barquinho e, apresentando-se ensinou o povo. Falou coisas tão sábias, belas e claras, que o povo o ouvia embevecido. Quando o Senhor Jesus terminou de falar, ele mandou que Pedro se afastasse da praia, com o barquinho e lançasse as redes nas águas profundas. Quando Pedro obedeceu, aconteceu um milagre! As redes se encheram de peixes até quase romperem-se. E o barquinho tremia, não tanto por causa do grande peso dos peixes, mas de alegria e admiração.  

Barquinho: Que maravilha! Nunca imaginei que eu pudesse levar uma carga como esta! Faço parte de um milagre! Sim o plano de Deus foi superior ao meu plano!!!!   

Narrador: o plano de Deus é sempre melhor, vocês não acham? Será que vocês, também sonham com o futuro? Pretendem ser médico, enfermeira, guarda, advogado, professor? Escute: Deus ama você muito mais do que ama as árvores.  
Hoje ele diz:   “Espere. Dê-me a sua vida, e eu farei uma coisa maravilhosa com ela. Você descobrirá que o meu plano é muito bom” Deus tem um plano perfeito para sua vida. 

Mas, lá na floresta da Palestina, a terceira árvore ainda estava ao lado da velha árvore mãe. Mas, então um dia, os homens voltaram novamente à floresta. E desta vez a terceira árvore foi cortada, aquela que queria permanecer na floresta, apontando para Deus.
  
3ª árvore: que pena! Por que não posso ficar aqui? (sai a árvore carregada).
  
Narrador: ela foi levada para Jerusalém. Lá seus ramos foram-lhe tirados, e ela foi serrada novamente, e uma parte dela foi pregada sobre a outra, formando uma cruz. (entra a cruz ).
  
Cruz (voz da terceira árvore escondida ) : Que tristeza! Pretendem crucificar alguém. E eu vou ser usada para tal fim! Deve se um criminoso. Oh, Não! Não quero fazer parte do castigo de alguém! Afinal, eu sempre queria apontar Deus para as pessoas.
  
Narrador: mas Deus que ama as arvorezinhas disse: 
- Espere. Eu vou lhe mostrar uma coisa... 

Narrador: e um dia, fora de Jerusalém, juntou-se outra multidão. (conta caminhando e fazendo a imaginação fluir nas pessoas, sem mais ninguém entrar em cena) Em seu meio estava o Senhor Jesus, carregando a árvore que agora era cruz. A cruz era pesada demais para ele, cansado e enfraquecido como estava. Quando ele caiu sob o peso, a cruz foi carregada por um homem chamado Simeão, o Cireneu. E quando chegaram ao lugar chamado Calvário, Jesus foi pendurado na cruz para morrer.  

A cruz tremia sob o peso da agonia e da vergonha. Mas aconteceu um outro milagre, o céu escureceu como se fosse noite. E quando Jesus entregou o seu espírito ao Pai, houve um grande terremoto. No templo, o véu do santuário se rasgou no meio, para mostrar que agora o caminho estava aberto para qualquer um que quisesse entrar na presença de Deus. 

Um oficial Romano, que comandava os soldados, exclamou, impressionado: “Verdadeiramente este era o Filho de Deus!”   E a árvore que agora era cruz, começou a entender que apenas ficar na floresta apontando para cima, nunca poderia levar as pessoas a Deus. Era preciso que o próprio Filho de Deus morresse numa cruz, derramando seu sangue, para que elas pudessem ser perdoadas dos pecados e ir, um dia, para o céu.  

Cruz: Nunca pensei em apontar para Deus desta maneira! Mas o plano de Deus foi melhor que o meu plano!  

Narrador: Ela falou a verdade. Apesar de milhares de árvores permanecerem na floresta, nenhuma delas pode levar Ninguém a Deus. Somente a cruz no Calvário pôde fazer isso. Pois ali, o Filho de Deus morreu em nosso lugar. E três dias depois, Ele ressuscitou dos mortos. Hoje Ele está vivo, e pode nos salvar. 
  
Narrador: Jesus humilde nasceu na noite de Natal. Ele veio ao mundo para buscar e salvar o que estava perdido. Sem cometer pecados, Jesus foi acusado de crimes que não cometeu. Foi julgado e condenado a morte.  Sim, Deus nos amou de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.  Deus nos mostrou o quanto nos ama, pois quando éramos pecadores, Jesus Cristo morreu por nós. 

Jesus diz: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim nunca morrerá”.         “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.  Ninguém vem ao Pai senão por mim”    “Quem crer em mim tem a vida eterna”.  

(Jesus se posiciona na frente do palco e ali fica parado). 

Narrador: Sim, todo o que crê em Jesus Cristo tem a vida eterna. Jesus Cristo é o Salvador.  
Jesus Cristo nasceu para todos! 
Jesus Cristo morreu por todos! 
Jesus Cristo é para todos! 
Jesus Cristo é o Salvador de José e Maria! (José e Maria se posicionam ao lado de Jesus e assim sucessivamente com os outros que o narrador for citando).  
Jesus Cristo é o Salvador dos pastores! 
Jesus Cristo é o Salvador dos Magos! 
Jesus Cristo é o Salvador dos profetas! 
Jesus Cristo é o Salvador das crianças! 
Jesus Cristo é o Salvador dos adultos! 
Sim, Jesus Cristo é o Salvador de todos! 
Homens e anjos lhe prestarão honras e glória pelos séculos dos séculos.
  
Faça um oração de agradecimento à Deus por enviar seu Unigênito Filho, que ao dar sua vida por mim e por você, e ressuscitar ao terceiro dia, se transformou em nosso irmão Primogênito!!!
Glórias a Deus!!!

Bom Trabalho!!!
Na paz de Cristo,
Elenice Vieira

O SONHO DO SAPATEIRO - CONTO

O texto pode ser usado como um conto, ou pode ser representado por seus alunos por ocasião do Natal.



Havia um sapateiro conhecido por Zé. Ele trabalhava e morava no porão de uma velha casa. Era muito conhecido na cidade por sua bondade.

Um dia, Zé sonhou que iria receber a visita de Jesus. Fascinado, levantou-se mais cedo e se pôs a preparar sua casa. Varreu, tirou poeira, arrumou os sapatos velhos numa prateleira, organizou as ferramentas, tampou a fedorenta lata de cola. Deixou tudo bem arrumado. Depois foi à panificadora e comprou uns saborosos pães pra servir a Jesus, quando chegasse. 

Já a postos e na expectativa da visita, eis que chegam dois colegas. Zé estava muito feliz e contou seu sonho, convidando-os para ficar e esperar por Jesus. Seus colegas debocharam e saíram rindo. Zé, porém, ficou imaginando Jesus chegar. 

Já passava a hora de almoçar e Jesus não chegava. Chegou porém, uma velha senhora, arrastando uma pesada sacola. 

- Seu moço, por favor, dê-me um pedaço de pão. Estou faminta. Há três dias que não como. 

Zé, sem hesitar, buscou um pão e um copo de leite. Restabelecida e com mais coragem, pediu-lhe que a ajudasse a levar a pesada sacola até sua casa. Zé relutou em ajudá-la, pois Jesus poderia chegar e não o encontraria em casa. Com insistência da mulher, pegou um pedaço de papel e escreveu o recado: Volto logo, por favor, espere!

Quando Zé retornou, o bilhete ainda estava lá, fixado na porta. Jesus não viera. Zé reiniciou suas tarefas. Mas, foi interrompido pela entrada de um menino que, em lágrimas, falava do carrinho 
quebrado. Zé convidou o menino a sentar-se no chão e pôs-se a consertar o carrinho. Com o carrinho seminovo, todo feliz, o menino saiu agradecendo ao sapateiro. 

Outra vez sozinho, Zé pensava na chegada de Jesus. O dia estava terminando. O sol se pondo. As lâmpadas se acendiam e Jesus não aparecia. 

Zé resolveu fechar a sapataria. Quando já estava tudo fechado, escutou algumas batidas incisivas. Eufórico, reabre pensando ser Jesus. Finalmente Jesus teria chegado. Para sua desilusão, era um mendigo tremendo de frio, pedindo um par de sapatos para proteger seus pés feridos. 

Zé foi à prateleira arrumada desde cedo e encontrou um par de sapatos que servia justamente àquele homem. Ficou parado na porta, vendo o mendigo arrastando a perna e virar a esquina. Zé fechou a porta e foi arrumar-se para dormir. 

Não se conformava. Jesus o teria enganado. Assim pensando, Zé deitou-se e dormiu. Foi então que voltou a sonhar com Jesus. Falou-lhe com palavras duras. Bravo reclamou por não ter sido visitado. Jesus abraçou carinhosamente o pobre sapateiro e mostrou-lhe os pés. Estava calçando os sapatos que Zé havia dado ao mendigo. 

Nesta hora, os olhos de Zé abriram-se e ele compreendeu que Jesus o havia visitando nas pessoas que bateram à sua porta. 

Bom Trabalho!!!
Na paz de Cristo, 
Elenice Vieira 

UM SONHO DE NATAL - PEÇA TEATRAL



Personagens: dona de casa, mulher com frio, mulher com fome, mulher cansada. 

Cenário: sala de uma casa, mesa, cadeiras, Bíblia em cima da mesa, na parede um calendário.   

Material a ser usado no decorrer da peça: toalhinha de centro de mesa, jarra com flores, flanela de limpeza, toalha de mesa grande, 2 pratos, talheres, copos, um refratário com alimento, um agasalho. 

DONA DE CASA - (entra em cena, olha o calendário) - Hoje é dia 24 de dezembro! Como passa rápido o tempo! - (para um pouco, pensativa) - Tive um sonho esta noite... Sonhei que Jesus vinha me visitar... Foi tão real!! Eu gostaria mesmo que fosse verdade. No Natal todos têm a casa cheia de parentes, muita festa, muita comida... Mas eu estarei sozinha, ninguém virá a minha casa. Meu esposo, meus pais, meus irmãos... Todos Deus levou. Meu filho mora em outra cidade, longe daqui, e vai passar o Natal com a família da esposa. Está certo! Não estou reclamando. Filhos são presentes preciosos que o Senhor nos dá. Temos que cuidar bem deles, alimentá-los, cuidar de sua saúde, dar-lhes instrução, e principalmente ensiná-los no caminho do Senhor. Graças a Deus fiz tudo isso, tenho minha consciência tranqüila. Hoje, meu filho é diácono na igreja dele. Mas... Quando os filhos casam, eles formam outra família e têm que viver a vida deles. - para um pouco, pensativa - Eu gostaria muito que Jesus viesse passar o Natal comigo... Quem sabe ele virá mesmo! Já sei! Vou arrumar a casa para recebê-lo, arrumar a sala, o seu quarto e depois vou preparar uma ceia gostosa para ele. Farei o melhor que puder! Afinal, Jesus é o meu Salvador, o meu Rei, o Senhor da minha vida! Ele merece o melhor! - arruma a mesa da sala, tira a poeira e sai de cena dizendo que vai arrumar o quarto, e  depois preparar uma ceia gostosa para ele.  Depois de alguns instantes, batem à porta, a dona da casa volta e atende. 

MULHER COM FRIO - Senhora, por favor, será que tem um casaco velho, ou um que não lhe sirva mais, para me dar? Começou a chover... Estou com muito frio!
  
DONA DE CASA - Logo agora? Estou tão ocupada! Espero a visita de alguém importante... Mas também não posso deixá-la aí fora passado frio... Entre e sente-se um pouco para descansar, enquanto vou buscar um agasalho. - sai de cena, depois de alguns instantes, volta com o casaco e dá à pobre mulher. 
  
MULHER COM FRIO - Muito obrigada, senhora. Deus lhe pague e lhe dê um feliz Natal! (e sai).  

DONA DE CASA - Espero que ninguém me interrompa mais. Ainda tenho tanto que fazer... Terminar de assar o peru no forno, fazer a farofa, a maionese, a salada de frutas... - sai de cena - ouve-se barulho de panelas, pratos, talheres - mais uns instantes e batem á porta - dona de casa volta para atender. 

MULHER COM FOME - Por favor, senhora, me ajude. Há três dias não como nada, estou tão fraca, acho que vou desmaiar... (e faz de conta que está caindo).
  
DONA DE CASA - Meu Deus! Mais essa! Estou tão ocupada! Daqui a pouco minha visita chega, e ainda não terminei de fazer tudo! - (para um pouco, depois socorre a mulher) - Venha, minha filha, vou ajudá-la. Entre, sente-se um pouco para descansar. Espere só um pouquinho que vou trazer-lhe uma comida gostosa, quentinha, água fresca... - (vai até o público, fala como que contando um segredo) - Acho que meu ilustre visitante não vai se importar de eu dar um pouco de sua comida para esta pobre mulher. - sai de cena, depois volta com um prato de comida e um copo de água - sentase à mesa também, enquanto a mulher finge comer - terminando, esta sai, agradecendo.
    
MULHER COM FOME - Muito obrigada, senhora! Que Deus lhe dê em dobro! Que a senhora seja muito feliz!  

DONA DE CASA - (falando, enquanto recolhe prato e copo) - Já anoiteceu e Jesus ainda não veio... Vou me sentar para esperá-lo - (senta-se, toma a Bíblia que está na mesa e finge ler, quando novamente batem à porta) - Agora é Ele!!! - (vai correndo atender)  
MULHER CANSADA - Senhora, me perdoe estar incomodando a esta hora da noite... vi a luz de sua casa acesa e resolvi bater... Estou muito cansada, mas não tenho para onde ir. Estou procurando meus parentes, ou alguém que me dê um emprego... Será que posso dormir em sua casa esta noite? Qualquer cantinho serve... Está chovendo, está frio... É só me deixar ficar num cantinho abrigado, amanhã cedinho irei embora. Por favor... - (e começa a enxugar as lágrimas que correm de seus olhos)  

DONA DE CASA - O dia todo esperei por uma visita muito importante. Arrumei a casa, preparei a melhor ceia de Natal, mas meu visitante não chegou. Acho que ele não vem mais. Entre! Vamos passar a noite de Natal juntas. Vamos comer e depois você irá dormir na cama fofinha que preparei para meu visitante. - faz a mulher sentar-se à mesa - vai e volta, guarda a jarra de flores, traz a tolha de mesa, pratos, talher, copos, um refratário - arruma tudo e senta-se também.  

DONA DE CASA - Antes de comer, vamos ler a Bíblia. Hoje é Natal, o dia em que Jesus nasceu. Eu amo Jesus porque ele morreu na cruz por mim, e por você também, querida amiga (dirige-se à mulher cansada). Entregue o seu coração a Ele e você nunca mais estará sozinha, Ele vai ajudá-la a resolver seus problemas. Creia de todo o seu coração, nada é impossível para Jesus - toma a Bíblia e lê, em voz pausada e alta: Mt 25. 31-40 - ao terminar, as duas se abraçam e a dona de casa diz:   

DONA DE CASA - Obrigada, Jesus! Agora entendo. Meu sonho se realizou: você não veio pessoalmente em minha casa, mas eu sinto a sua presença real aqui em meu coração! Este é o meu melhor Natal! - entram as outras 2 mulheres e vão abraçar também a dona de casa, que se dirige ao público 
  

DONA DE CASA - Que isto possa acontecer em todos os lares, no Dia de Natal: Cristo estar presente como o convidado mais importante, abençoando toda a família! Amém!!! 

Bom trabalho!!!
Na paz de Cristo,
Elenice Vieira